É difícil encontrar água pura na natureza .A água que cobre maior parte de nosso planeta é água salgada:a água dos oceanos e mares .A água salgada contém grande quantidade de sais dissolvidos ,principalmente o cloreto de sódio ,nosso sal de cozinha .
Sabemos que os importantes depósitos de água doce são rios ,os córregos ,os lagos e os lençóis freáticos .E é por conter uma menor quantidade de sais dissolvidos do que a existem na água do mar ,que a água desses depósitos é chamada água doce .
A água que você bebe precisa ser potável .Para ser potável ,a água deve possuir qualidades especiais ,como :
Ser cristalina :Isto é ,límpida e incolor ;
Não ter cheiro tem sabor ,isto é ,ser inodora e insípida .
Não conter impurezas :como micróbios ,ovos ou larvas de animais (vermes e insetos ),nem “substâncias tóxicas “.
A boa água potável contém uma pequena quantidade de sais minerais dissolvidas e alguma quantidade de gás .
Muitas vezes a água contaminada por vírus e bactérias se apresenta transparente e límpida .
Um ,entre todos os elementos importantes de urbanização é a formação de gigantescas áreas super urbanizadas :as megalópoles .Esse fenômeno ,que se iniciou no primeiro mundo ,atualmente se espalha por todo o planeta .
O termo megalópole ou megalópolis (mega=grande;polis=cidade) foi utilizado originalmente na década de 60 para designar a área superurbanizada que se estende de Boston a Washington ,na costa leste dos EUA .Nessa área ,que abrange 600Km e equivale a 1% do território americano ,localiza-se cerca de 20% do total da população nacional. A principal cidade dessa região superurbanizada é Nova York ,que é o centro das mais importantes decisões políticas e econômicas de todo o mundo .Nessa megalópole destacam-se ainda duas outras metrópoles :Filadélfia e Baltimore .
Durante algum tempo ,reservou-se o termo megalópole para diferenciar essa região de todas as demais áreas urbanas do mundo .Posteriormente ,porém ,constatou-se que existe muitas outras megalópoles , áreas com grande concentração de cidades enormes numa pequena parcela de território .
O cérebro é constituído por 2 partes ,os hemisférios cerebrais direito e esquerdo .A camada mais externa do cérebro ,com cerca de 3cm de espessura ,é chamada de córtex cerebral ,ou matéria cinzenta ,e é rica em corpos celulares de neurônios .A superfície externa dos hemisférios cerebrais é bastante extensa ,pois eles apresentam muitas saliências e reentrâncias .
As funções do cérebro são as seguintes :
*Receber as mensagens recolhidos pelos órgãos (olhos, nariz, língua, ouvidos e receptores da pele .
*Transmitir impulsos (ordens) a músculos e glândulas .As regiões celebrais que desempenham essa tarefasão áreas motoras .
*Interpretar as mensagens sensoriais ,classificá-las e decidir qual resposta deve ser dada .
O cérebro :equilíbrio e movimento
O cérebro esta relacionado ao equilíbrio a à precisão dos movimentos .As ordens motoras nascem no córtex cerebral , mas é o cerebelo que dá o ajuste fino aos movimentos .Assim ,a habilidade manual ,por exemplo ,é controlada pelo cérebro .
Animais dos quais se retira o cerebelo continuam capazes de se movimentar ,mas o fazem de forma desconexa e apresentam problemas de equilíbrio .
Enquanto alguns proprietários possuem terras às vezes equivalente a dimensão de um país europeu como a Bélgica ,existem no país milhões de famílias camponesas sem terras para cultivar .De um lado ,a opulência e o desperdício de alguns ;do outro ,a fome e a miséria de muitos .
Essa é uma situação explosiva ,que tem dado origem a conflitos entre os camponeses sem terra ,que por vezes ocupam ilegalmente áreas disponíveis ,e os seguranças ou jagunços contratados pelos grandes proprietários ,que buscam desalojar pela força ,esses camponeses.Os conflitos fundiários no meio rural do Brasil se multiplicaram nas décadas de 80 e 90 ,provocando milhares de mortes todos os anos .
Essa realidade leva a conclusão de que uma das mais urgentes necessidades do meio rural brasileiro é a “reforma agrária” ,ou seja ,a redistribuição de terras agrícolas .Para isso será preciso desapropriar grandes propriedades pouco ou nada produtivas e distribuir lotes de terra a famílias camponesas .
A reforma agrária consiste em mudar a estrutura fundiária ,tornando mais justa a distribuição do solo rural .Inúmeros países já fizeram essa reforma com bons resultados .Como exemplo podemos citar o México, em 1934 e o Japão ,em 1946 .Nesses dois países também existe o problema de camponeses sem terra ao lado de enormes latifúndios ,que foram desapropriados .A reforma foi necessária para fornecer alimentos à crescente população urbana em ,em quantidade adequada e a preços acessíveis .Isso não é possível quando as terras se encontram nas mão de poucos .
Geralmente ,após uma reforma agrária cresce a oferta de alimentos ,pois ocorre um melhor aproveitamento das terras ,que antes da desapropriação eram mal utilizadas .
Na zona rural o pagamento dos trabalhadores tanto pode ser em espécie como através de salários ou ,ainda ,associando uma parte em dinheiro e outra em espécie .Em alguns casos ,o trabalhador agrícola aluga um pedaço de terra e paga o aluguel em dinheiro :é o arrendamento.
Nas lavouras de subsistência é comum o trabalho familiar ,isto é ,da família toda.Apenas em épocas de plantio e colheita são contratados mais trabalhadores ,pagos através das diferentes maneiras já citadas .
É também freqüente os pequenos proprietários trabalharem nas grandes propriedades rurais nas épocas de colheita .Neste caso ,são contratados ,junto com muitas outras pessoas ,como assalariados temporários ,ou seja ,que permanecem no serviço até que termine a tarefa para a qual foram admitidos .
Muitas vezes as grandes propriedades contratam pessoas como assalariados permanentes ,ou seja ,eu permanecem no serviço por tempo indeterminado.
O Dia Internacional de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa, comemorado em 15 de junho, foi marcado por grandes atos, em muitas partes do País. Esta é uma ótima oportunidade para que a sociedade se conscientize sobre o problema e promova discussões que ajudem a mudar um quadro preocupante.
Atualmente, 15 anos após a edição da Lei de Política Nacional do Idoso e 6 anos após o Estatuto do Idoso, ainda está em fase inicial a adoção de práticas garantidoras dos direitos do idoso no Brasil. Dados do IBGE dão conta que, no Brasil, o contingente de idosos tem crescido de forma acelerada. Estima-se que, até 2020, o País conte com 40 milhões de pessoas acima de 60 anos, passando a ser o sexto país com mais idosos no mundo.
E, dentre os principais problemas enfrentados pelos idosos, o maior deles é o da violência, que não ocorre somente aqui. No Brasil, hoje, as violências e os acidentes constituem 3,5% dos óbitos de pessoas idosas, ocupando o sexto lugar na mortalidade, depois das doenças do aparelho circulatório, das neoplasias, das enfermidades respiratórias, digestivas e endócrinas. Morrem mais de 13 mil idosos por acidentes e violências por ano, significando, por dia, uma média de 35 óbitos, dos quais 66% são de homens e 34%, de mulheres.
As denúncias enfatizam em primeiro lugar abusos econômicos, como tentativas de apropriação dos bens do idoso ou abandono material cometido contra ele. Em segundo lugar, agressões físicas e, em terceiro, recusa dos familiares em dar-lhes proteção. A maioria das violências físicas cometidas pelos filhos está associada a alcoolismo, deles próprios ou dos pais idosos.
Em conseqüência dos maus tratos, muitos idosos passam a sentir depressão, alienação, desordem pós-traumática, sentimentos de culpa e negação das ocorrências e situações que os vitimam e a viver em desesperança.
Deve ser estimulada a formação de uma verdadeira rede de proteção em todos os municípios, com órgãos como Promotorias do Idoso, Varas do Idoso, Defensorias do idoso, Conselhos de Direitos do Idoso, atendimento domiciliar ao idoso, residência temporária para idosos vítimas de violência, Centro-dia para atendimento de idosos que necessitam de atendimento diário especializado e contínuo, oficina abrigada de trabalho para que o idoso complemente a sua renda, casas-lares, capacitação de cuidadores de idosos e conselheiros, reserva de leitos em hospitais gerais e atendimento especializados nos consultórios dos hospitais públicos, os quais devem possuir médicos geriatras.
A pesca sempre foi uma das principais atividades econômicas da população amazônica e é dela que a população da região retira o seu principal alimento. Atualmente, a atividade tem sido um chamariz para o turismo.
A região amazônica possui diversos rios e uma rica biodiversidade de peixes, entre eles estão o tucunaré e o dourado amazônico. Outra espécie comum da região é a piranha, peixe carnívoro com o qual se faz um caldo muito apreciado por pescadores, que habita quase todos os rios da Amazônia.
Entretanto, raramente se encontra em concentrações suficientes para causar os danos que lhe são frequentemente atribuídos. Um dos maiores peixes de água doce do mundo, o pirarucu, é encontrado em abundância. Já o peixe-boi, uma das espécies mais exóticas da Amazônia, corre o risco de extinção por ser presa fácil de predadores.
Com mais de seis milhões de km2, a bacia Amazônica concentra dez dos 20 maiores rios do mundo. Isso representa um quinto de toda a reserva de água doce do planeta. A parte brasileira da bacia equivale à área de 15 países da Europa. Os rios da região, que têm seu regime condicionado aos períodos de chuva, se constituem nas únicas vias de transporte local. Há mais de 20 mil quilômetros de vias fluviais navegáveis.
O rio mais extenso do planeta é também o primeiro em volume de água, trata-se do rio Amazonas, calha-mestra dos rios da região. Ele nasce no Peru, com o nome de Vilcanota. Quando entra no Brasil chama-se Solimões e, ao se confluir com o rio Negro, nas proximidades de Manaus, recebe o nome de Amazonas. Em alguns trechos, o rio tem largura de 10 quilômetros e profundidade de 100 metros.
Conhecida em âmbito mundial como a maior floresta tropical do mundo - são 4,1 milhões de km2 de florestas somente em território brasileiro - e pelo Rio Amazonas (o maior do mundo em volume de água, com uma bacia de 7.3 milhões de km2 e 1.100 afluentes), a Amazônia é uma região vasta e rica em recursos naturais: possui grandes estoques de madeira, borracha, castanha, peixes, minérios e plantas, das quais se extraem óleos e essências para uso medicinal, cosmético e alimentício, entre outros.
A densidade demográfica na região amazônica é baixa (dois habitantes por quilômetro quadrado) e está concentrada, principalmente, em poucas cidades ao longo dos rios. A riqueza cultural, proveniente das diversas etnias indígenas e das várias correntes migratórias, inclui o conhecimento tradicional sobre os usos e a forma de explorar os recursos da floresta sem esgotá-los nem destruir o habitat natural. A região apresenta índices socio-econômicos muito baixos e enfrenta dificuldades decorrentes da falta de infraestrutura urbana e serviços públicos - como transporte, água tratada e esgoto, energia, comunicação, escolas - bem como de tecnologia. Tais deficiências se traduzem em baixa qualidade de vida e falta de oportunidades para a população, ao mesmo tempo que elevam o custo da produção, dificultam a agregação de valor e o escoamento e, por isso, reduzem a rentabilidade econômica.
Baseia-se no conceito ecorregional, que leva em conta a grande diversidade de paisagens do bioma e o impacto que qualquer elemento físico ou biológico tem sobre os demais. As prioridades são as florestas, os rios e lagos, com sua flora, fauna e os povos que ali habitam. A idéia básica é valorizar a vocação florestal e aquática da região, conservando e utilizando os recursos naturais de forma racional e duradoura para beneficiar todos os segmentos sociais da região amazônica em particular e do Brasil em geral. Ou seja, assegurar o desenvolvimento econômico e social da região e do país de forma continuada.